Foi no início da década de 1950 que a análise SWOT começou a surgir, na Harvard Business School. Ela sofreu diversos desenvolvimentos e aprimoramentos e, a partir de 1960, passou a ser aplicada de maneira equivalente àquela que é usada hoje.

Também chamada de matriz FOFA, ela consiste na identificação das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças ligadas a um empreendimento. Podendo ser usada em uma extensa gama de setores, tem sido aplicada com sucesso na estratégia de negócios de ramos e tamanhos diferentes.

Com a evolução do mercado, há a dúvida se ela ainda funciona para o que é colocado em prática atualmente na gestão. Para descobrir a resposta, acompanhe esse artigo e saiba mais sobre a análise SWOT!

A relevância da análise SWOT no cenário atual

Como a análise SWOT se baseia na identificação de pontos fortes e fracos da empresa, bem como na avaliação de oportunidades e ameaças, dá para dizer que ela é atemporal.

Toda empresa, independentemente do seu modelo de gestão, possui pontos nos quais se destaca e outros que precisa melhorar. Se eles forem devidamente observados e aproveitados, geram uma consolidação efetiva de resultados.

Com isso, dá para afirmar que, mesmo tendo algumas décadas desde sua criação, essa análise se mantém atemporal. Mais do que nunca, ela revela questões importantes para a estratégia de um empreendimento atual e, com isso, ainda funciona para o que é aplicado nos dias de hoje.

Embora seja difícil prever o futuro com certeza, é muito provável que ela se mantenha relevante para os próximos períodos de tempo, então não deve ser desconsiderada.

A atuação dessa análise no planejamento

Quando a gestão reconhece suas forças e fraquezas, passa a ter grande visibilidade sobre a própria atuação. É mais simples compreender o que faz sentido para a execução de tarefas e o que requer atenção dobrada para evitar erros — inclusive os que já foram praticados anteriormente.

Com isso, a identificação de forças e fraquezas precede o planejamento em si, que deve ser feito de modo a maximizar os pontos positivos e diminuir ou eliminar os negativos.

Levando em consideração as oportunidades e as ameaças, é viável definir metas que, efetivamente, correspondem à realidade.

Esses quatro elementos também criam parâmetros que orientam o acompanhamento e a avaliação de resultados. Se a empresa bateu a meta, mas não conseguiu mitigar fraquezas e ameaças ela ainda tem o que melhorar para se manter robusta.

Com isso, a análise é fundamental para criar os alicerces de um planejamento altamente estratégico e efetivo. Eventualmente, trata-se de uma questão que favorece ainda mais a conquista de bons resultados.

A necessidade de aplicar essa ferramenta aliada a outras

Porém, diante de um cenário tão competitivo e dinâmico, a análise SWOT não deve ser a única ferramenta a ser aplicada. Isso não se deve a uma possível obsolescência ou irrelevância, mas à necessidade de uma atuação cada vez mais diferenciada.

Mesmo que a empresa decida não usar essa avaliação, ela vai precisar criar um conjunto diversificado de ferramentas para cobrir as bases do empreendimento, tanto quanto possível.

Quando uma empresa não vê valor na análise SWOT, justificando que ela não se adapta aos modelos de gestão atual, provavelmente isso se deve a falta de integração com outros recursos, como estrutura de tecnologia, ou a avaliação de grandes volumes de dados.

Para lidar com a questão, portanto, é fundamental que a análise seja associada a ferramentas e alternativas igualmente vantajosas, como o Coaching de Negócios, maximizando os resultados.

A análise SWOT é, mais do que nunca, um elemento importante para que as empresas possam crescer no mercado. Porém, ela deve ser integrada a outras ferramentas, otimizando continuamente a gestão organizacional.

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Celio Melim Jr.
Coach de Negócios
ActionCOACH SC
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