O mercado de trabalho acompanha as mudanças sociais e tecnológicas ao seu redor, o que pede profissionais altamente adaptáveis e prontos para avançar em várias frentes, superando expectativas. Desta necessidade, surgiu o intraempreendedorismo.

O termo se refere a pessoas que vão além do que é esperado em suas funções, estão sempre em busca de inovação e têm capacidade para colocar suas ideias em prática. O intraempreendedor é alguém que reúne as características do empreendedor, mas não quer estar à frente de uma organização. Ou seja, não é aquele que tem sua própria empresa, mas que age como dono do negócio.

Para as lideranças, é fundamental atentar a esse novo perfil e aprender a lidar com suas necessidades.

O que a empresa ganha com o intraempreendedorismo?

Os intraempreendedores são muito valiosos para as empresas. Formar uma equipe com esse perfil traz ganhos em produtividade, inovação e qualidade. Consequentemente, ganha-se em termos financeiros e de imagem no mercado. A vantagem competitiva da organização que agrega esse tipo de profissional se alarga e ela sem coloca um passo à frente das demais.

Além disso, melhora-se em questões de clima organizacional, criando um ambiente de criatividade e troca de conhecimento. Fomentar e reter esses talentos deve ser uma das metas de qualquer empresa que deseja se antecipar às demandas do mercado e dar respostas mais rápidas e eficientes.

Qual o papel do gestor?

Sendo ele mesmo um intraempreendedor, o gestor está à frente no processo de identificar, incentivar e manter os talentos. Para tanto, não basta ser chefe, é preciso ser líder. O papel da liderança é, justamente,motivar a equipe e tirar de cada funcionário o que ele tem de melhor, potencializando suas performances.

Em um ambiente de funcionários cada vez mais autônomos, é vital que as lideranças estejam preparadas para lidar com a personalidade forte e, por vezes, rebelde dos intraempreendendores.

É preciso investir na gestão de pessoas e em uma estrutura flexível, além de promover o desenvolvimento do profissional, incentivando seus projetos próprios. Afinal, esse é um perfil que precisa manter-se muito motivado para produzir. Liberdade de ação, possibilidade de crescimento, ambiente inovador e bons salários são fundamentais.

E como ser um intraempreendedor?

Não é exagerado dizer que quem não se encaixar no perfil intraempreendedor irá perder espaço no mercado de trabalho. E para se enquadrar no que é desejado, o profissional precisa ser estratégico e comercial. Essas são habilidades vitais no mundo moderno e competitivo, no qual o funcionário como até então é conhecido deixará de existir: ele será cada vez mais autônomo e produtivo, mesmo dentro da empresa.

Para tanto, proatividade é fundamental. A ideia é que o funcionário traga ideias e resultados sem que isso lhe tenha sido solicitado. É preciso dar sempre mais, mesmo em condições menos favoráveis. Aliás, tempos de crise são ótimas oportunidades para que o profissional mostre que é um verdadeiro intraempreendedor. Afinal, é também uma questão de sobrevivência.

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Celio Melim Jr.
Coach de Negócios
ActionCOACH SC
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