Influenza mata.
H1N1 mata.
SARS mata.
Corona vírus também mata.

Esse corona de hoje faz parte de uma família de vírus que circula entre nós e é conhecida da medicina desde 1937.

Cada um dos vírus citados acima, tem velocidade de contágio, taxa de letalidade e grupos de risco próprio. Mas todos agem da mesma forma sobre as populações humanas.

Infectam os indivíduos, provocam insuficiência respiratória (pneumonias) e matam.

Deu na internet. Está na Wikpedia.
“A pneumonia afeta todos os anos 450 milhões de pessoas em todo o mundo (7% da população) e é a causa de 4 milhões de mortes anuais.”

Ano após ano. Todos os anos. Como assim?
E porque não entramos em pânico todos os anos?
Boa pergunta…

COMO combatemos a influenza, o H1N1 e os outros vírus que causam as doenças respiratórias?

Fazemos vacinação.
É o mesmo procedimento em quase todos os países do mundo.
Feito há anos e com grande eficácia.

Vacinamos os grupos de risco.
Protegemos os grupos de risco.
Confiamos neste procedimento.
Está funcionando há anos. No mundo todo.

E tem efeitos colaterais? Tem! É aquilo que tá lá na Wikipedia.
Aceitamos.

Fora os grupos de risco, o resto da população é exposta ao vírus da influenza, do H1N1, etc., e das variações e mutações deles que surgem todos os anos.

A população adquire imunidade através de contágio mesmo.

Supera a doença através da resposta do sistema imunológico de cada um.
Em pouco tempo está curado, imune e deixa de contagiar o seu entorno.

E com a vacinação dos grupos de risco, há muito poucos doentes graves.
Protegemos os grupos de risco.
E não há sobrecarga dos sistemas de saúde.

E dá para usar as mesmas estratégias no caso atual desse corona que tá aí?
Se não há vacina, não há como proteger os grupos de risco.
Há?

É possível que a melhor vacina para corona vírus seja mesmo o contágio moderado e controlado da população mais jovem e resistente.
Até que a maior parte da população adquira imunidade por si própria.
E os casos graves? E as mortes? Como que faz?
Proteção e isolamento dos grupos de risco.
Dos grupos de risco!

Difícil de implementar numa pandemia? Não sei!

Penso que podem haver alternativas e melhores estratégias.
Mas quem está pensando e implementado alternativas?
A Coreia do Sul? A Holanda? A Alemanha?
Nestes países a evolução da epidemia está diferente da Itália, da Espanha e de outros países de rápida progressão?

Devemos fazer aqui o que foi aplicado tardiamente na Itália e mesmo assim não está dando certo?

Como foi na China? Foi lockdown geral? País todo? Teve gestão e comando descentralizados? Deu certo?

A Alemanha tem capacidade para fazer 160.000 testes por semana.
A Coreia do Sul realiza 70.000 testes por semana. Pode produzir 100.000 se quiser.
Isso ajuda?

Cidade do interior sem nenhum caso registrado, precisa fechar tudo?
Testar todo mundo que chega nessa cidade, ajuda?
Sem confinamento. Sem sobrecarga do sistema. Achatando a curva.

O Brasil é um país sem tradição de guerras.
Sempre ouvi falar que países em guerra dão um jeito de conseguir e fabricar equipamentos, armas e munições em curtíssimo espaço de tempo.

E se entrássemos em guerra? A nossa indústria responderia rapidamente?
Quais são as armas? Respiradores? Kits de teste? EPIs? O que mais?
Então, bora lá! Trabalhando 24 horas por dia.
Convoca voluntários. Alista o pessoal da saúde.
Chama o exército. Levanta hospitais de campanha. Aloca hotéis.

Voltando ao fio da conversa.
Ah! Mas e por quanto tempo os velhinhos vão ter que ficar isolados?

Vou dar um exemplo bem restrito, mas extrapole para uma população inteira, tipo cidades, estados e países.

Monitore o entorno dos velhinhos, com testes rápidos.
Depois que os filhos, netos e parentes próximos já pegaram a doença, venceram o vírus, já se passaram os 14 dias e o perigo de contágio, libere o convívio social.

Eliseu Waldman, professor do departamento de epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), explica que a cura de uma infecção viral como a do coronavírus acontece quando há uma resposta do sistema imunológico.

“Isso sugere que o sistema imune respondeu ao estímulo e que ela possivelmente não tenha mais nada clinicamente e nem está mais eliminando o agente —no caso, o coronavírus”, afirma….

Depois que 60, 70 ou 80% da população da cidade, estado ou país, já passaram pelo ciclo completo da doença, libere os velhinhos, pelo amor de Deus.

Sou médico? Não!
Sou infectologista? Não!
Que conversa é essa então?
Contribuição para o debate!
Na verdade, preocupação com a economia e com o que certamente virá depois.

Por hora, sejam pacientes.

Não saiam de casa até que as autoridades liberem o convívio social.

Celio Melim Jr.
ActionCOACH
(48) 984.051.800
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Veja mais

https://braziljournal.com/coronavirus-medicos-defendem-abordagem-cirurgica-em-vez-de-lockdown-indefinido

https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/02/28/coronavirus-tem-cura-recuperacao-de-infeccao-e-semelhante-a-da-gripe.htm