Na última semana, um empresário, que conheço há anos, ficou internado por 3 dias exatos, ou 4320 minutos. Ele sofreu um infarto, por volta das 17h00 da segunda-feira. O que significou que ele saiu na quinta, porém, por recomendações médicas ficou em casa na sexta e deve voltar hoje (segunda), por meio período a comandar sua empresa. Ele já teve dias melhores. A empresa já teve dias melhores. Mas ficar praticamente 1 semana fora da empresa mostrou algo que ele não queria acreditar: A empresa funciona sem ele.

Nós trabalhamos juntos há quatro anos. Durante pouco mais de 12 meses, implantamos pilar por pilar de sustenção do negócio. Começamos pelo valor do tempo, em seguida, tratamos de dar controle às finanças. Em menos de um mês de trabalho, já tínhamos claro ponto de equilíbrio e precificação. O detalhe é que ele deixou de vender 10% de uma linha de produtos pois não era competitivo o suficiente para tê-la. Antes, quanto mais vendia, mais tomava prejuízo (sem saber).

Não vou pontuar o mês a mês do trabalho que tive com ele (vamos chama-lo ficticiamente de Dorival ((especialmente nesta época, ele não tem gostado muito desse nome, rsrsrs)).

O que quero ressaltar foi a época em que trabalhamos o tema Equipe. Assim como para sua empresa, e tantas outras, equipe formava o que chamo de “Tríade Emocional do Negócio”: Esperança, Medo e Frustração.

O Dorival tinha uma crença que o perseguiu até semana passada “O olho do dono é que engorda o gado”. Eu discordo totalmente dessa crença limitante. A crença correta é “O comando do dono é que engorda o gado”. E você pode comandar a expansão do seu negócio através de lideres capacitados para isso. Porém, a ansiedade de muitos empresários é querer formar líderes e liderados capacitados antes mesmo de trabalhar a si.

Dorival sofria muito com essa ansiedade. A cada semana questionava quando iríamos inserir os gerentes no trabalho. Depois de tornar àqueles gerentes capacitados para o cargo, onde liam os indicadores de desempenho, examinavam os processos através de fluxogramas, tiravam 15 minutos por mês para reuniões pessoais com cada membro da equipe, atingimos o objetivo do Dorival.

Mas o ponto da virada do Dorival e de sua equipe, veio com a implantação de um hábito: 60 minutos por dia de preparação. 20 minutos lendo um livro mais técnico daquilo que comercializavam, 20 minutos lendo um livro que trata-se de comportamento ou mentalidade e 20 minutos fazendo exercício de auto avaliação de competências/próximos passos.

Enfim, Dorival está bem e gostou bastante de ter tido o infarto (foi isso que ele me disse). Ele me mandou uma mensagem contando o ocorrido. Inicialmente pediu desculpas por não ter me ouvido 100% naquela época sobre comandar e não operacionalizar. Depois agradeceu em seu nome e em nome da sua família.
Sabe que foi a grande decisão que tomou: Férias de 7 dias no Nordeste brasileiro agora em Março!

Ps.: Se deseja saber como transformamos a empresa do Dorival em um negócio rentável que funciona e sem o dono na operação, entre em contato e podemos realizar uma Avaliação de Potencial do seu Negócio.

É hora de entrar em ação!!

Com todo meu engajamento,
Gustavo Mentor Winkelmann
Business Coach & Mentoring
+55 (45) 9.9993-0987